"Você precisava de amor, mas não o tipo de amor que a maioria das pessoas costumava dar e no qual se consumiam. O velho D. H. tinha descoberto alguma coisa. Seu camarada Huxley era apenas um intelectual inquieto, mas mesmo assim não deixava de ser maravilhoso. Melhor do que G. B. Shaw com aquela mente obstinada sempre penetrando no âmago das questões, sua laboriosa vivacidade de espírito reduzida finalmente a uma tarefa, um fardo para si próprio, protegendo-o de sentir algo realmente verdadeiro, seu discurso brilhante, nada além de uma chatice, arranhando as mentes e as sensibilidades. Ainda assim, era bom lê-los. Isto fazia com que você percebesse que pensamentos e palavras podiam ser fascinantes, mesmo que inúteis."
Charles Bukowski

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